domingo, junho 11, 2006

Capítulo 6

No meio do caminho a bruxa encontrou com a Claudinha, e perguntou o que esse tal de Cheirafumo fazia de tãããoo sensacional assim. A Cláudia explicou:
- É que este feiticeiro faz um trabalho beeeeem diferente. Ele é “personal trainer de sentimentos”. A pessoa tem que suar muito pra aprender. Sera´que você vai dar conta?
- Sei, não! respondeu a bruxa.Ainda mais que ele cobra caro.
- Não é com dinheiro que você paga não, bruxa! Ele vai pedir é outra coisa, muito mais cara.
- O que será? Já estava pensando num plano pra enganar o tal sujeito e fazer o tratamento de graça.( foi a Maith quem disse)
- Ih! Se tentar enganar o Cheirafumo, aí é que você não consegue nada mesmo!!
A bruxa seguiu o caminho e, lá longe, avistou uma casinha simples, saindo fumacinha pela chaminé.Foi chegando devagaaaarzinho e bateu na porta morrendo de medo...

segunda-feira, junho 05, 2006

Capítulo 5

- Êta bruxa! disse a Ana , que estava lendo a história. Se ela aceitasse os conselhos do sábio e fosse mais paciente além de aprender a ser boa e bonita iria aprender a ser persistente.
Mas, aí, a Bisa Maith, que também entrou na história, aconselhou a bruxa a procurar um feiticeiro famoso, um tal de Cheirafumo.

A bruxa não gostou muito do nome do tal feiticeiro, mas resolveu descobrir onde ele morava. Foi perguntando a todo mundo e descobriu que o cara era o feiticeiro mais famoso do pedaço, mas que cobrava horrores pra fazer alguém ficar boazinha e bonitona.Parecia que o tal feiticeiro fazia era plástica, lipo, essas coisas ... de tanto dinheiro que ele cobrava.

quarta-feira, maio 17, 2006

Capítulo 4

O sábio disse que era impossível fazer o que ela pedia.
- Posso saber por que? Você não é um sábio? perguntou a bruxa.
- Os sábios não fazem milagres, nós podemos esclarecer as pessoas. Mas, para tornarem-se boas é preciso que elas aprendam a praticar o bem, explicou o sábio, paciente.
- Xiii! Isto vai ser muito difícil. Me faça ficar bonita, porque sendo bela as pessoas não saberão que sou má.
- Também não posso fazer isto. A beleza exterior é o reflexo da beleza interior. Uma não pode existir sem a outra. Enquanto você não for boa, não será bela.
A bruxa ficou pensativa diante do sábio sem saber o que dizer, muito menos o que fazer.(Mais uma contribuição da Maith, a Bisavó Blogueira).
Depois, disse:
- Quer saber de uma coisa?Você não entende nada de princesas modernas.E, saiu dali, disposta a resolver tudo sozinha.

segunda-feira, maio 15, 2006

Capítulo 3

Chegando à gruta onde morava o sábio, a bruxa foi logo explicando que queria se transformar numa princesa. Mas alguém tinha dito que princesa tinha que ser boa e bonita.
Pois é. Acontece que ela não sabia como fazer isto e ainda por cima, tinha que resolver ser boazinha ou bonitinha.
O sábio deu uma gargalhada, pois achou aquilo muito engraçado.Como é que uma bruxa ia ser boazinha? Ou bonitona?
A bruxa ficou com raiva e disse que ele não entendia nada do mundo das princesas. O sábio não deu confiança e começou a explicar.

domingo, maio 07, 2006

Capítulo 2

Resolvendo
A bruxa não sabia como começar a sua transformação pois era feia e má e uma princesa precisa ser boa e bonita.
O que seria mais dificil: tornar-se bela ou tornar-se boa?
Não conseguindo resolver o problema foi consultar um sábio que, segundo diziam,tinha solução para tudo.
Contribuição da Maith, a Bisavó Blogueira.

quarta-feira, maio 03, 2006

Uma história complicada

Era uma vez uma princesa.
Bem... não era bem uma princesa...
Era uma bruxa, frustrada com seu trabalho, que resolveu se disfarçar de princesa.
Depois de tentar fazer enormes maldades, como oferecer maçãs para a Branca de Neve, cortar os cabelos da Rapunzel, tentar cozinhar Joãozinho e Maria e, ultimamente, perseguir o Tio Patinhas, atrás da moedinha número um, sem conseguir sucesso, ela tomou a decisão: tranforma-se em princesa.
Este seria o único jeito de se dar bem, arrumar um príncipe lindão, ter um castelo maraaaavilhoso, aparecer na televisão como a princesa do século, e ter um monte de gente para dar ordens.
Mas, a transformação deu um trabalhão.

sexta-feira, abril 28, 2006

Data

A nova história começa depois do feriado, ok?
Beijos a todos, bom descanso e até lá.

quarta-feira, abril 26, 2006

Nova História

Olá, pessoal:
Vamos começar uma nova história, que a Laís pediu por e-mail, já que ela ainda não tem blog.
Aguardem!

domingo, abril 09, 2006

sugestões??

quarta-feira, abril 05, 2006

O final da história

Capítulo 8

Com o tempo, não só o centurião romano, mas todos os outros cidadãos de Roma, começaram achar a idéia muito boa. É que ficava mais fácil planejar as festanças.
Outra coisa que complicava a vida da princesa era ter que falar uma língua que não era a sua. Por isto, ela sempre misturava as coisas e aí criava novas formas de demonstrar aquilo que queria dizer.
Aquele bichinho charmosinho, todo peludo e dengoso, os romanos chamavam de catum. A princesa achou muito mais fácil chamar o bichano de gato. E por aí, foi. É por isto que hoje ainda falamos algumas palavras que a princesa usava e que todo mundo passou a falar: camisa, cabana, caminho, cerveja, peça e até touca.
É por isto, que a princesa e seus amigos celtas foram tão importantes prá gente.

quinta-feira, março 30, 2006

Capítulo 7

Os palpites

A princesa começou por sugerir datas para as comemorações. Isto porque, não havia uma data muito certa para as festas. Daí que, depois de alguns anos, as comemorações para cada deus começaram a acontecer em datas certas. Assim todo mundo ficava sabendo quando é que iria comemorar o quê, e não precisava sair espalhando um monte de convites para os convidados.
Outra coisa que a princesa deu palpite e que, não foi muito aceita no princípio,( mas que depois pegou) era a construção de um templo pra cada deus. É que toda vez que chegava uma data para comemorar, a mansão do centurião romano ficava uma confusão danada, e a princesa e as outras escravas trabalhavam prá caramba.

domingo, março 26, 2006

Capítulo 6

As confusões


Uma das coisas que mais confundia a princesa eram as festas. Era um tal de fazer festa para o deus disso, deus daquilo, para um monte de deuses que ela nunca havia ouvido falar,que ela se complicava toda.
E, para cada um deles era um tipo de festa. Por exemplo, se fosse para o deus Baco, a comemoração tinha que ser com vinho.Se fosse para Marte, o deus da guerra, a comemoração era feita com muitas orações, para proteger os guerreiros que partiam para guerrear em outras terras.Mas, com o tempo, a princesa foi aprendendo e até mesmo fazendo algumas sugestões...

quarta-feira, março 15, 2006

Capítulo 5


Reviravolta
Acostumada a uma vida tranqüila de estudos e experiências, de cuidados com a natureza, a princesa de repente, havia se tornado uma escrava, na mansão de um centurião romano.
Tinha que cuidar de tudo, tomar conta das crianças e não podia falar sua língua. Tinha que falar a língua dos romanos. E os costumes eram tão diferentes daqueles de seu povo, que às vezes ela até pensava que estava em outro planeta. E, é claro, que ela confundia tudo. O pior é que ela estava separada de sua família e dos Magos com quem estudara. Não tinha ninguém conhecido pro perto, prá pedir ajuda. Cada dia era mais complicado que o outro, por causa das coisas que ela não conhecia.

O que você acha que a princesa não conhecia? Quais os costumes dos romanos que confundiam a princesa Lires? E como ela tentava resolver estas confusões?

terça-feira, março 14, 2006

Capítulo 4

A decisão do Rei

Até que um dia o Rei Yule decidiu que entraria em guerra contra os Romanos, já que eles pensavam invadir seu território. A princesa ficou desesperada. Conversou com o pai, explicou que guerra contra os romanos era coisa de maluco,que eles tinham um exército poderoso, que as guerras eram coisa de gente subdesenvolvida, etc...etc...
Não adiantou.O Rei Yule estava decidido.E já tinha mandando preparar os barcos para invadir Roma.
E foi uma guerra horrorosa.
Os romanos recharam os guerreiros celtas, obrigaram-nos a voltar a suas terras, seguiram-nos e invadiram tudo.Todos os Celtas foram considerados prisioneiros de Roma. E a princesa também.

sexta-feira, março 10, 2006

Capítulo 3


Segredos e desejos

A princesa Lires tinha um desejo secreto, que ela só contava para o Druída mais famoso, o Mago Merlin. Ela queria acabar com as guerras. Para isto, ela estudava como fazer poções para distribuir ao guerreiros, plantava e cuidava de ervas especiais para fazer calmantes e pedia ajuda aos deuses.
Merlin ouvia tudo que ela dizia. Mas achava que os homems precisavam mesmo era ter mais tolerância com seus vizinhos, para não se meterem em tantas guerras. E sempre dizia à princesa:
- Lires, a tolerância tem que ser construída no coração dos homens. Não vai adiantar você criar estas coisas, porque eles não querem ver ou ouvir.
A princesa ficava um pouco desanimada, mas sempre pedia proteção aos deuses, para que o Rei e os guerreiros a ouvissem e enxergassem todo o mal que estavam cometendo.Até que um dia ...

terça-feira, março 07, 2006

Capítulo 2


A princesa


Os Celtas eram também um povo guerreiro, e dominaram muitos outros povos. Eram comandados por um Rei. O mais famoso deles foi o Rei Yule, que respeitava muito os ensinamentos do Druídas.Era assim que se chamavam as pessoas mais cultas da Comunidade Celta, e que eram responsáveis pela educação e pelos ensinamentos de respeito à Natureza.
O Rei Yule, tinha uma filha, a princesa Lires, que recebera este nome em homenagem ao mar, que, na língua dos Celtas, se falava assim. A princesa Lires estava estudando para também ser uma Druída.E, ela estava muito feliz, por aprender tudo aquilo e poder ajudar seu povo. Mas ela também tinha um desejo secreto.

domingo, março 05, 2006

Tá começando...


A princesa Celta e as peripécias em Roma

Capítulo 1- O povo Celta


(imagem in: http://www.libreopinion.com)
Era uma vez um povo que foi chamado de Celta.
Era tão antigo, que quando os romanos os encontraram ( e não foi nada amistoso este encontro), eles pensaram que os Celtas tivessem vindo de Atlântida, o Continente Perdido, por causa da sabedoria deles.
É que os Celtas tinham como lei, o respeito à natureza. Assim, o respeito a uma flor, a um rio, a um animal, era considerado sagrado (bem diferente de hoje).

P.S. esta história foi a Bruna quem pediu.

quarta-feira, março 01, 2006


Oi, gente:
Acho que agora o ano vai começar. Passou o carnaval, né? rsrsrs...
E começamos bem.
O Lendo Histórias é destaque no Blogueira da Paz. Obrigada, Ana Cláudia.


Segunda-feira, haverá uma nova História. Aguardo vocês, para decidir o que vai acontecer com os personagens, ok? Aproveito para agradecer a todos que passaram por aqui.
Beijos

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Quase voltando...

Olá, pessoal:
As férias acabaram. Pena, não?
E a gente já deveria estar trabalhando. Acontece que os leitores estão voltando às escolas e as professoras organizando aquele mundão de coisas prá fazer.Todo mundo muito atarefado, por lá. Então, vamos ter que esperar mais um pouquinho, até a garotada poder aparecer por aqui, prá que possamos continuar a contar histórias.
Espero vocês.
Beijos

terça-feira, janeiro 17, 2006

Ei,



Você que anda passando por aqui! Deixe uma sugestão para novas histórias. Depois das férias,eu conto.
Obrigada.